OI – empresa. A quem enganar?

Estava pronta para escrever minha cartinha para mamãe, pelo dia que se aproxima. A OI não deixou. A culpa do adiamento é da OI. Reclamações com a OI.

Em janeiro de 2010, pedimos o cancelamento do Velox instalado na casa de papai. O motivo? Simplesmente não funcionava. O serviço era péssimo, intermitente e o modem queimou. Entrei em contato com a OI e solicitamos troca do modem. A resposta? A instalação gratuita do modem era somente para novos assinantes (????????) – Nunca entendi promoções super-especiais somente para novos clientes – A atendente me indicou duas saídas: que eu comprasse um modem novo – em torno de 120 reais naquela época – e chamasse um técnico para instalar, ou que cancelasse o serviço no cpf de papai e fizesse novo contrato no cpf de mamãe. Achei aquilo tão absurdo, que resolvi cancelar o serviço e pronto.

Muito bem, o serviço – de um modem que já estava pifado – foi cancelado, o protocolo anotado, a vida seguiu em frente, certo? Não…

15 meses depois, vou morar com mamãe, papai morreu. Entre a perda, o choro-nosso-de-cada-dia e a ausência, as contas que passei a monitorar. Quando recebi a conta da OI, com vencimento em 20 de abril, levei um susto com o valor. Em uma casa sem adolescentes, sem internet, sem interurbanos, como poderia ser aquele valor? Fui investigar item a item até que me deparei com 103 reais de Velox (?) Como assim, Velox? Esse serviço foi cancelado em janeiro de 2010, portanto há 14, 15 meses…

Liguei no dia 13 de abril, às 16h48 para a OI, protocolo 20111048643111, falei com Leonardo, expliquei a situação. Ele teria aberto uma contestação, eu não deveria pagar a conta com vencimento dia 20/04 e eu deveria esperar contato da OI em 5 dias úteis. No dia 20/04/2011, às 10h50, liguei e uma resposta eletrônica automática avisou que minha solicitação teria resposta no dia 27.

Liguei no dia 27/04/2011, às 14h20, protocolo 20111054169137, falei com Késsia e a ligação gentilmente caiu, APÓS eu explicar o caso.

Liguei novamente no mesmo 27/04, às 14h25, protocolo 201110554170874, falei com Eliatan. Ele me informou que o registro de 13 de abril fora feito em 20/04/2011 e seria fechado naquele dia (??). Que ele teria que contestar conta a conta nesses 15 meses e que ele faria isso. Em 48 horas a OI entraria em contato comigo e o protocolo daquela conversa era o 20111054185857.

Ainda sem respostas, liguei para OI no dia 2/5/2011, às 12h30, protocolo 20111056339556, falei com Fernanda. Ela disse que teria que passar a ligação para o pessoal do Velox. A ligação caiu.

No mesmo 2 de maio, liguei às 12h45, protocolo 20111056347393, falei com Aline. Disse que o registro de cancelamento do serviço tinha sido feito em 26/04/2011 e teria que passar a ligação para o pessoal do Velox. às 12h50, falei com Eliane, protocolo 217173529148 e disse que eu deveria aguardar resposta da contestação, mas só uma conta estava contestada.

No dia 5/5/2011, liguei para a OI às 11h45, protocolo 20111058135688, falei com Aline que me informou haver uma contestação da conta de março aberta, portanto não poderia fazer a contestação das outras contas (que afinal não havia sido aberta) no mesmo número de telefone fixo. Como eu não tinha outro fixo para ela abrir a contestação (????), ela instituiu o número de um telefone público da OI (21) 31519108 para fazer a contestação. Ainda me informou que o protocolo da contestação da conta com vencimento em março era o 217175947967.

Na mesma hora, entrei no site da OI e enviei um e-mail para o ombudsman do Velox, contando minha dificuldade com o atendimento que dava início a um novo processo a cada ligação minha. Esse e-mail teve o protocolo 219198705887.

Hoje, perto das 12 horas, ligou-me Rui, da Ouvidoria da OI/Velox. Ele me informou que o “sistema” acusa o cancelamento do serviço no dia 26/04/2011 e que a última conta estaria em avaliação. Que em 48 horas, eu receberei um telefonema da OI. Em um tom misto de desconfiança e reprovação, perguntou se o cancelamento do serviço foi mesmo pedido em janeiro de 2010, como NINGUÉM havia percebido nas contas? – Ele não deve ter idosos em casa.

Expliquei que as contas eram pagas pelo meu pai, idoso-idôneo e honesto, com hábitos de outros tempos, em que conta cobrada era conta devida. Nem passava pela cabeça dele tentar ler as letrinhas miúdas do relatório de contas para ver se a cobrança estava correta. Pedi que checasse com o “sistema” se houve movimentação de dados naquele Velox e ele veria que eu estava com a razão, desde janeiro de 2010, o Velox de papai não mais trabalhou, porque não existia.

E agora? O que fazer? Pelo andar da carruagem e dos telefonemas de “não é comigo”, a OI quer continuar com a picaretagem e tentar me vencer pelo cansaço. Nem pensar. Essa eu não engulo.

Eu odeio a OI!

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